Atualmente, é muito mais aceitável e fácil de se entender a defesa de uma única árvore ou até um galho do que a defesa de um embrião humano.
Alguns fatos:
- Em algumas (ou talvez muitas) cidades do país, se você corta um galho que está bloqueando a iluminação pública em frente de sua casa e um infeliz vizinho o relata, rapidamente se aplica uma multa. Cinco estudantes estão morando numa árvore na Califórnia como protesto contra a derrubada do bosque para a construção de um complexo esportivo.
- Estava conversando com uma colega de trabalho, quando uma abelha começou a nos incomodar. Após um minuto de tolerância, tomei a iniciativa de matar a sujeita. Ela prontamente me impediu e a levou para longe e fora da janela.
- No dia seguinte, vi notícias de ativistas pressionando o governo por leis que liberassem o uso de embriões humanos para experimentos.
- A espetacular sonda da NASA em Marte, enviando um monte de dados e observações do planeta vermelho. E procurando por formas de vida microscópicas.
Se a NASA contratasse tais ativistas para procurar por vida em Marte, eu tenho certeza que eles nunca achariam vida lá, pois se desprezam um complexo, rico, maravilhoso embrião humano, o que pensariam de uma bactéria? Nem dariam bola para ela. Pobre bactéria... Acho que vou avisar a NASA.
Viva a vida humana desde sua concepção!!
quarta-feira, 25 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Amar faz bem à saúde!?
"Dia dos namorados: Amar faz bem a saúde". Esta foi mais uma de várias reportagens sobre este tema; esta, em especial, na ocasião do Dia dos Namorados.
Impressionante, não é? A saúde é tão, mais tão importante em nossa cultura, que parece que só entendemos certas coisas se associadas à saúde. Só falta alguém pensar: "preciso arranjar um(a) namorado(a) para melhorar minha saúde"... Não estou duvidando dos resultados científicos e até apoio tais estudos, mas parece que não conseguimos enxergar além disso. É claro que o Amor, e outras coisas fundamentais na vida, só faz sentido quando o indivíduo o procura e desenvolve em sua vida, mas quando a cultura, o meio não o inspira, fica muito mais difícil de se cultivar.
Assim, ao mesmo tempo em que crucificamos um fumante, rebaixamos o amor a uma simples paixão saudável, baseada em reações mentais e hormônios, etc. (até misturando com "o amor não têm razões", dentre outras frases elaboradas). Quanta incoerência, meu Deus do céu!
Que lindo e maravilhoso é o namoro, essa forma de amizade, onde duas pessoas se aproximam e se conhecem e se dedicam; onde uma moça e um rapaz crescem, saem de si mesmos até chegar no mundo do outro; e aprendem a se tratar, a se inspirar um no outro, a ensaiar uma vida a dois.
Viva os Namorados!!!!!!
Impressionante, não é? A saúde é tão, mais tão importante em nossa cultura, que parece que só entendemos certas coisas se associadas à saúde. Só falta alguém pensar: "preciso arranjar um(a) namorado(a) para melhorar minha saúde"... Não estou duvidando dos resultados científicos e até apoio tais estudos, mas parece que não conseguimos enxergar além disso. É claro que o Amor, e outras coisas fundamentais na vida, só faz sentido quando o indivíduo o procura e desenvolve em sua vida, mas quando a cultura, o meio não o inspira, fica muito mais difícil de se cultivar.
Assim, ao mesmo tempo em que crucificamos um fumante, rebaixamos o amor a uma simples paixão saudável, baseada em reações mentais e hormônios, etc. (até misturando com "o amor não têm razões", dentre outras frases elaboradas). Quanta incoerência, meu Deus do céu!
Que lindo e maravilhoso é o namoro, essa forma de amizade, onde duas pessoas se aproximam e se conhecem e se dedicam; onde uma moça e um rapaz crescem, saem de si mesmos até chegar no mundo do outro; e aprendem a se tratar, a se inspirar um no outro, a ensaiar uma vida a dois.
Viva os Namorados!!!!!!
sábado, 7 de junho de 2008
A gigante e incompreendida Madre Teresa de Calcutá
Gostaria de escrever algumas linhas sobre a Madre Teresa de Calcutá, que está sob "investigação" pela Igreja Católica para ver se ela foi ou não realmente santa.
Não consegui me segurar após ler esta recente notícia, que se encontra em http://www.zenit.org/article-18643?l=portuguese, que diz que ela "chegou a amar a escuridão", e resolvi postar duas idéias sobre isso. Fiquei contente com a notícia e ao mesmo tempo percebi como ela choca com nossa cultura.
Primeiro, ela dedica sua vida aos pobres de maneira intensa, abnegada e heróica. Isso é muito estranho para nós - e até escandaloso! - dado que dentre os principais valores-mor de nossa cultura estejam o progresso, o individualismo e o materialismo. Ou seja, ter dado desinteressadamente sua vida inteira aos pobres é, para nós, uma loucura, ou mais ainda, um absurdo. É quase impossível para nós (ocidentais atuais) entendermos a vida desta mulher.
Segundo, como é que é esse negócio de "amar a escuridão"? Isso, sim, é totalmente alienígena: "amar a escuridão da alma". Lembro-me que há menos de 1 ano, sairam notícias (http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid40567,0.htm) sobre isso, onde alguns jornalistas classificaram de "polêmicas" as cartas que descreviam seus sentimentos de solidão, escuridão e desconsolo; comentando inclusive que "as cartas são um contraste à imagem pública de madre Teresa de incansável lutadora pelos pobres, movida sempre pela fé". Entendo bem porque tais afirmações ficam "em contraste" com a imagem que fizemos dela, pois somos muito ignorantes em relação a vida espiritual em geral, tanto é que nossa cultura desconsidera a própria alma, dando atenção exclusiva ao corpo. E, talvez, a única idéia que temos em relação aos pobres seja a marxista (acho que daí veio a parte "incansável lutadora pelos pobres", mas deixar isso de lado agora). Sua ajuda aos miseráveis e moribundos não se caracterizou pela ajuda econômica, material e médica, mas principalmente por levar-lhes consolo e carinho. E isso se deu mesmo neste longo período em que não sentia nada de consolador em sua alma. Isso tem muito, muito mérito.
Que gigante foi esta mulher, quanta força tinha, que heroína e que bela e grande provocação fez no mundo! Salve Madre Teresa!
Madre Teresa, interceda junto a Deus para que Ele nos ajude a amar de verdade nesta vida e a dedicar-mo-nos aos outros mesmo quando não tenhamos o prazer e o conforto, pois só assim vamos amar de verdade.
Não consegui me segurar após ler esta recente notícia, que se encontra em http://www.zenit.org/article-18643?l=portuguese, que diz que ela "chegou a amar a escuridão", e resolvi postar duas idéias sobre isso. Fiquei contente com a notícia e ao mesmo tempo percebi como ela choca com nossa cultura.
Primeiro, ela dedica sua vida aos pobres de maneira intensa, abnegada e heróica. Isso é muito estranho para nós - e até escandaloso! - dado que dentre os principais valores-mor de nossa cultura estejam o progresso, o individualismo e o materialismo. Ou seja, ter dado desinteressadamente sua vida inteira aos pobres é, para nós, uma loucura, ou mais ainda, um absurdo. É quase impossível para nós (ocidentais atuais) entendermos a vida desta mulher.
Segundo, como é que é esse negócio de "amar a escuridão"? Isso, sim, é totalmente alienígena: "amar a escuridão da alma". Lembro-me que há menos de 1 ano, sairam notícias (http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid40567,0.htm) sobre isso, onde alguns jornalistas classificaram de "polêmicas" as cartas que descreviam seus sentimentos de solidão, escuridão e desconsolo; comentando inclusive que "as cartas são um contraste à imagem pública de madre Teresa de incansável lutadora pelos pobres, movida sempre pela fé". Entendo bem porque tais afirmações ficam "em contraste" com a imagem que fizemos dela, pois somos muito ignorantes em relação a vida espiritual em geral, tanto é que nossa cultura desconsidera a própria alma, dando atenção exclusiva ao corpo. E, talvez, a única idéia que temos em relação aos pobres seja a marxista (acho que daí veio a parte "incansável lutadora pelos pobres", mas deixar isso de lado agora). Sua ajuda aos miseráveis e moribundos não se caracterizou pela ajuda econômica, material e médica, mas principalmente por levar-lhes consolo e carinho. E isso se deu mesmo neste longo período em que não sentia nada de consolador em sua alma. Isso tem muito, muito mérito.
Que gigante foi esta mulher, quanta força tinha, que heroína e que bela e grande provocação fez no mundo! Salve Madre Teresa!
Madre Teresa, interceda junto a Deus para que Ele nos ajude a amar de verdade nesta vida e a dedicar-mo-nos aos outros mesmo quando não tenhamos o prazer e o conforto, pois só assim vamos amar de verdade.
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