quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Não, Dilma, não!
(Acho que se a Dilma sentasse na cama por uns 20 minutos e pensasse com calma e em sã consciência, ela desistiria de tudo isso e mudaria de partido).
terça-feira, 31 de agosto de 2010
The Great Global Warming Swindle (A grande farsa do aquecimento global)
Very interesting to listen to the co-founder of Greenpeace and tens of climatologists.
I would like to add one comment to this video which is that: we have now, in the XX/XXI centuries, the culture values exactly suited to this huge movement.
I strongly recommend this video because it is not only very interesting, deep and clarifying but a breakthrough. We have the right to think and take a different position if we want. Sounds obvious? Not against this movement.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Copa do Mundo 1
Não gostei do nível de estresse das pessoas, que já se aflora no campo. Já vi umas três discussões e peitadas (assisti só três jogos!) e ainda mal começou a primeira rodada... É feio demais, deselegante e mina a alegria e o espírito competitivo.
Bem, mal começou e promete muito e espero bastante do Brasil. Minhas bandeirinhas já estão penduradas. Vamos continuar torcendo!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Política brasileira 2
domingo, 18 de abril de 2010
Namoro, noivado e casamento
Estou formando minha opinião...
domingo, 10 de janeiro de 2010
Papa explica ecologia humana
ROMA, quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Uma educação voltada para uma “ampla e aprofundada responsabilidade ecológica” baseia-se no “respeito ao homem e a seus direitos e deveres fundamentais”. Assim o Papa retomou a questão do respeito à criação, segundo ele essencial para a paz, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, em primeiro de janeiro.
Trata-se de uma homilia muito importante, porque o Papa explicita de maneira muito clara as bases que devem fundamentar a ecologia humana.
“Não é possível” – diz o Papa – “nutrir um respeito verdadeiro pelo meio ambiente sem que saibamos reconhecer no cosmos os reflexos da face invisível do Criador”.
O mistério da face de Deus e do homem é o horizonte no qual o Papa aborda a questão ambiental. “O homem é capaz de respeitar as criaturas – afirma bento XVI – na medida em que porta em seu próprio espírito um sentimento pleno de vida, caso contrário será levado a desprezar a si mesmo e tudo aquilo que o rodeia, a não ter respeito pelo ambiente em que vive ou pela criação”.
Há, assim, uma relação estreita entre o respeito ao homem e a proteção ao meio ambiente: “se o homem se degrada, degrada-se o ambiente em que vive; se a cultura se volta em direção ao niilismo, ainda que não teórico mas prático, a natureza pagará as conseqüências”.
Paradoxalmente, portanto, para atingir o âmago dos problemas ambientais, é preciso ter em mente que sua solução não passa por uma leitura aprofundada destes problemas, mas sim pelo aprofundamento da questão humana, do valor que cada um de nós dá à vida. E mais: pelo reconhecimento de que Deus habita nossos corações, para usar uma expressão do Papa. “Quanto mais somos habitados por Deus, e quanto mais formos sensíveis também à Sua presença naquilo que nos rodeia: em todas as criaturas, em especial nos demais homens”.
O homem é único, dentre todas as criaturas, por ser capaz de tal perspectiva e de tal reflexão.
Por isso, a maneira pela qual a Igreja aborda os problemas ambientais é radicalmente diferente, até mesmo oposta, a dos movimentos ambientalistas: "Se o Magistério da Igreja - escreve o Papa em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz – exprime perplexidade diante de uma concepção de ambiente inspirada pelo ecocentrismo e pelo biocentrismo, é porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os demais seres vivos. Desse modo, elimina-se de fato a identidade e o papel especiais do homem, favorecendo uma visão igualitarista da “dignidade” de todos os seres vivos. Dá-se espaço, assim, a um novo panteísmo, com características neopagãs, que pretende derivar, da natureza por si mesma, entendida no sentido puramente naturalístico, a salvação do homem”.
(Vou, Maurício, te falar um negócio: quando a Igreja enquanto Papa, o Magistério explana de um assunto contemporâneo, a sociedade cala-se por dois segundos, não consegue/quer entendê-lo apesar de serem explicações espetaculares, incisivas, fundamentais).
sábado, 12 de dezembro de 2009
Bento XVI: que os êxitos da ciência não escureçam o transcendente
Bento XVI: que os êxitos da ciência não escureçam o transcendente
Mensagem ao congresso “Do telescópio de Galileu à cosmologia evolutiva”
Neste Ano Internacional da Astronomia, que comemora o 4º centenário da invenção do telescópio, o pontífice recorda que com ele “cresceu na cultura a consciência de encontrar-se diante de um ponto crucial da história da humanidade”.
“A ciência se convertia em algo diferente de como os antigos a haviam concebido sempre (...). O método dedutivo cedia espaço ao indutivo e abria o caminho à experimentação. O conceito de ciência que havia durado séculos era agora modificado, empreendendo o caminho rumo a uma nova concepção do mundo e do homem.”
“Galileu – explica o Papa – havia adentrado nos caminhos desconhecidos do universo; ele abria a porta para observar espaços cada vez mais imensos.”
A lição de Galileu é que a matéria “possui uma inteligibilidade capaz de falar à inteligência do homem e de indicar um caminho que vai muito além do simples fenômeno”.
“E, no entanto, a matemática é uma invenção do espírito humano para compreender a criação. Mas se a natureza está realmente estruturada com uma linguagem matemática e a matemática inventada pelo homem pode chegar a compreendê-la, isso significa que se verifica algo extraordinário: a estrutura objetiva do universo e a estrutura intelectual do sujeito humano coincidem, a razão objetiva e a razão objetivada na natureza são idênticas.”
Em qualquer caso, as perguntas sobre a imensidade do universo, sobre sua origem e sobre seu fim, assim como sobre sua compreensão, “não admitem uma única resposta de caráter científico”.
“Quem observa o cosmos seguindo a lição de Galileu, não poderá deter-se somente naquilo que observa com o telescópio; deverá perguntar-se sobre o sentido e o fim ao qual se orienta toda a criação.”
Neste contexto, a filosofia e a teologia revestem um papel importante “para aplanar o caminho rumo a ulteriores conhecimentos”.
A primeira, “diante dos fenômenos e da beleza da criação, busca, com seu raciocínio, entender a natureza e a finalidade última do cosmos”; a segunda, ao contrário, “fundada sobre a Palavra revelada, escruta a beleza e a sabedoria do amor de Deus, que deixou suas pegadas na natureza criada”.
“Neste movimento gnosiológico, estão envolvidos tanto a razão como a fé; ambas oferecem sua luz.”
Portanto, afirma o Papa, “não há nenhum conflito no horizonte entre os diversos conhecimentos científicos e os filosóficos e teológicos; ao contrário, somente na medida em que estes conseguirem entrar em diálogo e intercambiar suas respectivas competências, serão capazes de apresentar aos homens de hoje resultados verdadeiramente eficazes”.
O descobrimento de Galileu, sublinha o Papa, “foi uma etapa decisiva para a história da humanidade”, da qual “surgiram outras grandes conquistas, com a invenção de instrumentos que tornam precioso o progresso tecnológico ao que se chegou”.
Contudo, existe sempre um risco sutil de que o homem “confie somente na ciência e se esqueça de elevar os olhos para além de si mesmo”.
Por isso, o Papa convida a dirigir o olhar “a este Ser transcendente, Criador de tudo, que em Jesus Cristo revelou seu rosto de Amor”.