terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Natal

Bem, muito mais importante que o pronunciamento do Lula que comentei é a festa do Natal, uma dessas raízes fortes de nossa sociedade, desde o calendário até os valores originados dela que cultivamos de um jeito ou de outro. Magnífica, solene, enorme não bastam para descrevê-la, mas majestosa e ao mesmo tempo simples e alegríssima festa!! Festa deste Menino-Deus-Rei que veio para ficar conosco, para entrar em nossas vidas profundamente e não como algo pró-forma, numa visita formal ou até em uma simples alegoria. Que sorte a nossa! Na verdade, melhor dizendo, que amorosa Providência Divina que cuida de nós e é tão explícita nesta festa. Tal favor esse que os anjos invejam, pois Deus não assumiu a natureza deles, mas assumiu a nossa. Não é à toa que tão belos sentimentos são evocados nestes dias. Jesus-bebê, ensina-nos a ser próximo dos outros e a amá-los!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Mais uma do Lula

Após ler esta matéria:

Lula: 'Foi gostoso demais e nada complicado' governar o Brasil

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-foi-gostoso-demais-e-nada-complicado-governar-o-brasil,658617,0.htm
tive ainda mais a impressão da alienação de nosso presidente. Como pode um presidente da República dizer que foi fácil e gostoso governar um país sendo que este encontra-se com um bando de gente miserável e sem assistência médica e com uma educação horrível; mesmo que o país tenha melhorado, a situação do país é péssima.
Este foi mais um capítulo do Sr. Lula que fala para agradar o povo e a si mesmo sem saber o que está falando, se achando o herói do Brasil. Isso é lastimável e vergonhoso! Uma coisa é não ter faculdade, outra é não saber pensar. Vai dormir, Lula!

sábado, 13 de novembro de 2010

Aborto dos Anencéfalos

Visitem a página do senado para a enquete:

Você é a favor ou contra o projeto (PLS 227, de 2004) que permite o aborto de fetos anencéfalos?
http://www.senado.gov.br/noticias/principal.aspx

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Eleições Presidenciais 2010

Um amigo me lembrou ontem: cadê Dilma e Serra planejando a Educação?
Esse é o trunfo para desenvolver verdadeiramente o país com fundamento e já passamos por vários assuntos, como proteção do meio-ambiente, união civil homossexual, etc. Esse é o tipo de investimento mais básico e com resultados garantidos a longo prazo.
Que ingenuidade a minha, esqueci que os brasileiros não conseguem planejar tarefas para 4-8 anos a frente... e vai sobrar para mim ter que dar aula para um monte de alunos despreparados e mal-educados ainda.

domingo, 10 de outubro de 2010

Criação e evolução: incompatíveis? (parte 1)

Coloco aqui abaixo um pedaço de um artigo que acredito poder lançar mais luz sobre o tema. Apesar de ouvirmos falar mais das Teorias do Big Bang e da Evolução, ignoramos de como se dá a "existência" propriamente dita do Universo todo. O Big Bang explica basicamente o desenvolvimento da matéria do Universo (tempo 0+) e não o surgimento dele, de onde ele veio. Quero dedicar outra hora para a Teoria da Evolução.

[...]
Há, pois, uma razão criadora na origem do cosmos (cfr. Catecismo, 284). O Cristianismo tem, desde o começo, uma grande confiança na capacidade da razão humana de conhecer; e uma enorme segurança em que jamais a razão (científica, filosófica etc.) poderá chegar a conclusões contrárias à fé, pois ambas provêm da mesma origem.

Não é infrequente encontrar alguns que apresentam falsas disjuntivas, como, por exemplo, entre criação e evolução. Em realidade, uma epistemologia adequada não só distingue os âmbitos próprios das ciências naturais e da fé, mas, ainda, reconhece, na filosofia, um elemento necessário de mediação, pois as ciências, com seu método e objeto próprios, não cobrem todo o âmbito da razão humana; e a fé, que se refere ao mesmo mundo do qual tratam as ciências, necessita, para formular-se e entrar em diálogo com a racionalidade humana, de categorias filosóficas

É lógico, portanto, que a Igreja, desde o início, buscasse o diálogo com a razão: uma razão consciente de seu caráter criado, pois não se deu a si própria a existência, nem dispõe completamente de seu futuro; uma razão aberta àquilo que a transcende, em suma, a Razão originária. Paradoxalmente, uma razão fechada sobre si, que acredita poder achar dentro de si a resposta às suas interrogações mais profundas, acaba por afirmar a falta de sentido da existência, e por não reconhecer a inteligibilidade do real (nihilismo, irracionalismo, etc.).
[...]

Extraído do artigo "Tema 6: A Criação"
Referências básicas:
1. Catecismo da Igreja Católica, 374-421.
2. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, 72-78.
3. João Paulo II, Creo en Dios Padre. Catequesis sobre el Credo (I), Palabra, Madri 1996, 219 ss.