terça-feira, 31 de agosto de 2010

The Great Global Warming Swindle (A grande farsa do aquecimento global)

At this time, I will post in english in order to speak louder. I really, really recommend you to watch this programme produced by Wag TV, 2008 (http://www.wagtv.com/programme/The-Great-Global-Warming-Swindle-316.html?filter=type_Singles). That's the video I was expecting to watch since I realized that all this ecological, environmental, radical, against industrial and development, moral, political and quasi-religious moviment had established in a such strong and rapid way. What was supposed to be the basis and the core for decision making, the scientific data is constatly manipulated and/or misunderstood by UN-IPCC, media and NGOs.
Very interesting to listen to the co-founder of Greenpeace and tens of climatologists.
I would like to add one comment to this video which is that: we have now, in the XX/XXI centuries, the culture values exactly suited to this huge movement.
I strongly recommend this video because it is not only very interesting, deep and clarifying but a breakthrough. We have the right to think and take a different position if we want. Sounds obvious? Not against this movement.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Copa do Mundo 1

Adoro Copa do Mundo. É muito legal, super evento, internacional, os melhores do mundo. Ajuda o desenvolvimento do país sede.
Não gostei do nível de estresse das pessoas, que já se aflora no campo. Já vi umas três discussões e peitadas (assisti só três jogos!) e ainda mal começou a primeira rodada... É feio demais, deselegante e mina a alegria e o espírito competitivo.
Bem, mal começou e promete muito e espero bastante do Brasil. Minhas bandeirinhas já estão penduradas. Vamos continuar torcendo!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Política brasileira 2

Achei muito bom esse vídeo que relaciona o regime de Fidel Castro com o governo brasileiro atual. Cada vez me parece mais claro o pronunciado infantilismo dos ditadores, que fazem do governo de toda a sociedade seus brincadeiros. Ao invés de estarem centrados nas metas de governo e antes de mais nada no serviço às pessoas, ficam centradas no seus umbigos e satisfações excêntricas. Temo que isso se instale no nosso país...

domingo, 18 de abril de 2010

Namoro, noivado e casamento

Será que essas etapas/estados são meras convenções sociais ou haverá algum sentido e propósito nelas?
Estou formando minha opinião...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Papa explica ecologia humana

Por Riccardo Cascioli

ROMA, quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Uma educação voltada para uma “ampla e aprofundada responsabilidade ecológica” baseia-se no “respeito ao homem e a seus direitos e deveres fundamentais”. Assim o Papa retomou a questão do respeito à criação, segundo ele essencial para a paz, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, em primeiro de janeiro.

Trata-se de uma homilia muito importante, porque o Papa explicita de maneira muito clara as bases que devem fundamentar a ecologia humana.

“Não é possível” – diz o Papa – “nutrir um respeito verdadeiro pelo meio ambiente sem que saibamos reconhecer no cosmos os reflexos da face invisível do Criador”.

O mistério da face de Deus e do homem é o horizonte no qual o Papa aborda a questão ambiental. “O homem é capaz de respeitar as criaturas – afirma bento XVI – na medida em que porta em seu próprio espírito um sentimento pleno de vida, caso contrário será levado a desprezar a si mesmo e tudo aquilo que o rodeia, a não ter respeito pelo ambiente em que vive ou pela criação”.

Há, assim, uma relação estreita entre o respeito ao homem e a proteção ao meio ambiente: “se o homem se degrada, degrada-se o ambiente em que vive; se a cultura se volta em direção ao niilismo, ainda que não teórico mas prático, a natureza pagará as conseqüências”.

Paradoxalmente, portanto, para atingir o âmago dos problemas ambientais, é preciso ter em mente que sua solução não passa por uma leitura aprofundada destes problemas, mas sim pelo aprofundamento da questão humana, do valor que cada um de nós dá à vida. E mais: pelo reconhecimento de que Deus habita nossos corações, para usar uma expressão do Papa. “Quanto mais somos habitados por Deus, e quanto mais formos sensíveis também à Sua presença naquilo que nos rodeia: em todas as criaturas, em especial nos demais homens”.

O homem é único, dentre todas as criaturas, por ser capaz de tal perspectiva e de tal reflexão.

Por isso, a maneira pela qual a Igreja aborda os problemas ambientais é radicalmente diferente, até mesmo oposta, a dos movimentos ambientalistas: "Se o Magistério da Igreja - escreve o Papa em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz – exprime perplexidade diante de uma concepção de ambiente inspirada pelo ecocentrismo e pelo biocentrismo, é porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os demais seres vivos. Desse modo, elimina-se de fato a identidade e o papel especiais do homem, favorecendo uma visão igualitarista da “dignidade” de todos os seres vivos. Dá-se espaço, assim, a um novo panteísmo, com características neopagãs, que pretende derivar, da natureza por si mesma, entendida no sentido puramente naturalístico, a salvação do homem”.

(Vou, Maurício, te falar um negócio: quando a Igreja enquanto Papa, o Magistério explana de um assunto contemporâneo, a sociedade cala-se por dois segundos, não consegue/quer entendê-lo apesar de serem explicações espetaculares, incisivas, fundamentais).

sábado, 12 de dezembro de 2009

Bento XVI: que os êxitos da ciência não escureçam o transcendente

Bento XVI: que os êxitos da ciência não escureçam o transcendente
Mensagem ao congresso “Do telescópio de Galileu à cosmologia evolutiva”
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 1º de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Os grandes êxitos da ciência não devem fazer que o homem esqueça de elevar o olhar a Deus, sublinha Bento XVI na mensagem enviada a Dom Rino Fisichella, reitor da Pontifícia Universidade Lateranense, por ocasião do congresso “Do telescópio de Galileu à cosmologia evolutiva. Ciência, filosofia e teologia em diálogo”, que se realiza desde ontem até amanhã.

Neste Ano Internacional da Astronomia, que comemora o 4º centenário da invenção do telescópio, o pontífice recorda que com ele “cresceu na cultura a consciência de encontrar-se diante de um ponto crucial da história da humanidade”.

“A ciência se convertia em algo diferente de como os antigos a haviam concebido sempre (...). O método dedutivo cedia espaço ao indutivo e abria o caminho à experimentação. O conceito de ciência que havia durado séculos era agora modificado, empreendendo o caminho rumo a uma nova concepção do mundo e do homem.”

“Galileu – explica o Papa – havia adentrado nos caminhos desconhecidos do universo; ele abria a porta para observar espaços cada vez mais imensos.”

A lição de Galileu é que a matéria “possui uma inteligibilidade capaz de falar à inteligência do homem e de indicar um caminho que vai muito além do simples fenômeno”.

“E, no entanto, a matemática é uma invenção do espírito humano para compreender a criação. Mas se a natureza está realmente estruturada com uma linguagem matemática e a matemática inventada pelo homem pode chegar a compreendê-la, isso significa que se verifica algo extraordinário: a estrutura objetiva do universo e a estrutura intelectual do sujeito humano coincidem, a razão objetiva e a razão objetivada na natureza são idênticas.”

Em qualquer caso, as perguntas sobre a imensidade do universo, sobre sua origem e sobre seu fim, assim como sobre sua compreensão, “não admitem uma única resposta de caráter científico”.

“Quem observa o cosmos seguindo a lição de Galileu, não poderá deter-se somente naquilo que observa com o telescópio; deverá perguntar-se sobre o sentido e o fim ao qual se orienta toda a criação.”

Neste contexto, a filosofia e a teologia revestem um papel importante “para aplanar o caminho rumo a ulteriores conhecimentos”.

A primeira, “diante dos fenômenos e da beleza da criação, busca, com seu raciocínio, entender a natureza e a finalidade última do cosmos”; a segunda, ao contrário, “fundada sobre a Palavra revelada, escruta a beleza e a sabedoria do amor de Deus, que deixou suas pegadas na natureza criada”.

“Neste movimento gnosiológico, estão envolvidos tanto a razão como a fé; ambas oferecem sua luz.”

Portanto, afirma o Papa, “não há nenhum conflito no horizonte entre os diversos conhecimentos científicos e os filosóficos e teológicos; ao contrário, somente na medida em que estes conseguirem entrar em diálogo e intercambiar suas respectivas competências, serão capazes de apresentar aos homens de hoje resultados verdadeiramente eficazes”.

O descobrimento de Galileu, sublinha o Papa, “foi uma etapa decisiva para a história da humanidade”, da qual “surgiram outras grandes conquistas, com a invenção de instrumentos que tornam precioso o progresso tecnológico ao que se chegou”.

Contudo, existe sempre um risco sutil de que o homem “confie somente na ciência e se esqueça de elevar os olhos para além de si mesmo”.

Por isso, o Papa convida a dirigir o olhar “a este Ser transcendente, Criador de tudo, que em Jesus Cristo revelou seu rosto de Amor”.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Aquecimento global, ecologia e ursinhos equilibrados em pedaços de gelo.

Prezo o trabalho do jornalismo, sua função, etc., mas odeio notícias que querem retratar a realidade com dois parágrafos, sendo tão parciais e simplistas. Meu Deus! Digo isso em geral, mas especialmente sobre o Aquecimento Global, e pretendo neste artigo provocar mesmo nossa mentalidade sobre o assunto.

Percebo muito alarde e parece que temos atualmente as condições apropriadas para tal. O Ártico - que possui seu clima próprio e característico antes de mais nada! - derrete, deixa o ursinho desolado nas lentes dos fotógrafos e a conclusão é imediata: não podemos agredir o meio-ambiente de qualquer maneira. (Nota-se aqui a teoria de Gaia, a pseudo-moralidade vigente que associa agressões ecológicas a ações morais más, ignorando toda a essência da verdadeira maldade; ambas que fundamentam, dentre outras, todo o agir humano em nossa cultura atual). O assunto do Clima Terrestre é muito complexo e precisa de muito estudo, pesquisa, observações em diferentes locais do globo e por bastante tempo e teorias para se ter um panorama mais realístico. Apesar de estudar no INPE e estar fazendo meu doutorado sobre a física de relâmpagos, sou bem ignorante no assunto e, portanto, não vou discutir o assunto diretamente. Gosto quando ouço alguns autores/pesquisadores proporem que não está havendo o dito aquecimento do planeta ou da maneira que a comunidade ao redor da ONU mostra (http://www.ipcc.ch/, http://www.un.org/wcm/content/site/climatechange/gateway); gosto especialmente porque isso mostra que a discussão continua.

Eu não sei direito, mas achei muito estranho porque todo esse assunto veio à tona em poucos anos com uma força gigantesca, moldando o pensamento contemporâneo de maneira contundente. Claro que algumas raízes vinham de longa data, mas ainda acho estranho. O mais estranho ainda é tudo estar na mesma panela...sacos de lixo, fumantes, ursos, carro elétrico, logomarcas "eco-não-sei-o-que", sem sabermos o peso de cada coisa para o equilíbrio ecológico.
Assisti ao DVD "This is it" do Michael Jackson a pouco (muito legal para quem gosta de música e dança) que termina com umas palavras do M.J. tão repetidas por aí: o ser humano foi malvado, destruiu o planeta e agora só tem 4 anos para remedir o mal que fez. Amor!

Cuidar, preservar a Natureza tem um valor de fato e diria, na minha pouca formação, que se justificam primeiramente em propiciar ao ser humano uma vida mais digna em sentido amplo: que seja mais bela, rica, confortável, com mais recursos, etc.

Para mim ecologia é em termos práticos e principalmente: (i) usar, administrar bem a água natural ou tratada, (ii) usar bem a energia natural ou produzida e (iii) vida urbana saudável (ou menos insalubre), produzindo o mínimo de lixo, poluição no ar, sonora e visual (esta última estressa bastante o cidadão)...

Concluindo, creio que o ser humano é o centro do planeta, é a criatura de longe mais elevada, digna e nobre que pisa nele e disso decorre também que ele deva fazer bom uso do meio ambiente como um todo, cuidar bem de seus recursos, para que durem, etc. E creio também que é uma insanidade dirigir nossos afetos aos ursos, boa parte de nossa atividade laboral (bilhões de dólares, estratégias e planejamentos gigantescos, etc.) a algo que que não não sabemos de fato como funciona ou ocorre e, o mais grave de tudo, viver um novo panteísmo, buscando a salvação do homem de maneira naturalística, jogando fora o verdadeiro sentido da vida humana.

Sugiro uma entrevista diferente: http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp